Não há nada de novo em dizer que o cliente é a alma do negócio e que ele precisa estar no centro da estratégia. Na verdade, isso já é mais do mesmo.

 

Product-Market Fit, ou Encaixe Produto-Mercado, é um conceito que se popularizou com a metodologia de Startups. Apesar de pertencer a esse universo, trata-se de um modelo conceitual bastante útil para qualquer negócio, pois permite vislumbrar um novo ponto de vista na interação entre produto, cliente e mercado.


 

Esse conceito vem de encontro com a ideia de que quem rege o sucesso ou o fracasso de um determinado negócio é o mercado. Não importa se um determinado produto pareça interessante, ou quão bem desenvolvido ele seja, se ele não atender uma necessidade do mercado, ele não é adequado. Em outras palavras: alguém tem que precisar desse produto e, mais do que isso, esse alguém tem que estar disposto a pagar por ele.

 


O que é Product Market Fit?


O Product Market Fit (PMF) é um conceito relativamente novo, criado por Marc Andreessen, fundador da Netscape e investidor ativo no Vale do Silício, que trata diretamente sobre fazer algo - um produto ou um serviço - no qual os consumidores realmente querem, que verdadeiramente atende suas necessidades.

 


Entender o que é o seu PMF significa ganhar mais uma ferramenta para analisar o desempenho de sua empresa em um ambiente competitivo. É ele quem irá fornecer insumos para avaliar o nível de satisfação alcançado por um produto ou serviço em um determinado mercado. A partir disso, se torna muito mais fácil - e assertivo - realizar mudanças e ajustes.

 


Em resumo, se um produto satisfaz uma demanda de mercado, isto é, se ele responde à uma necessidade, atende as expectativas ou resolve o problema de um grande número de pessoas, então, ele atinge o Encaixe Produto-Mercado.

 


Ou seja, se os consumidores estão comprando seu produto, as vendas estão crescendo, as pessoas estão utilizando seu produto, sua marca está se desenvolvendo, expandindo, a imprensa demonstra interesse na sua empresa e no seu produto, a empresa está expandindo as equipes de vendas e de pós-venda para atender a demanda do mercado, isso significa que você atingiu o objetivo!

 


Gerar valor para o negócio e atingir a liderança do mercado não é algo simples, mas que deve sempre estar na agenda das empresas que querem sobreviver. Portanto, abandonar o modelo burocrático e linear da era industrial é uma questão de sobrevivência, e estar preparado para a era digital é a única forma de garantir isso.

 

 

 

Referências:
Product Market Fit: seu produto é o que o mercado procura? (mjvinnovation.com)
Product-Market Fit: o que é? - O Analista de Modelos de Negócios (analistamodelosdenegocios.com.br)

 

 

Postado em: 20/04/2021 08:53:40

Associação entre Nubank, Mercado Pago e Google inovará o setor financeiro

Com o intuito de colaborar com o mercado nacional e promover a renovação do setor financeiro, além da inclusão dos brasileiros que não têm acesso às instituições tradicionais, as empresas Nubank, Mercado Pago e Google anunciaram, recentemente, a fundação de uma associação chamada Zetta, que pretende, também, digitalizar a economia, utilizando, de forma segura e responsável, a tecnologia.

Outras empresas do setor, como Creditas, Banco Inter, Grupo Movile, Hash e iugu, também fizeram parte da criação dessa associação.

Essa parceria entre as empresas citadas pretende dar continuidade na revolução do setor financeiro, lutando para que sejam derrubadas as barreiras que impedem a inovação e a competição, agindo em defesa da digitalização dos serviços financeiros e da redução de burocracias.

A pauta permanente da Zetta será: a inovação, com foco na promoção da inclusão digital e financeira. Sendo assim, milhões de brasileiros terão acesso aos serviços financeiros digitais e poderão empreender e garantir o funcionamento de seus negócios, com o auxílio da tecnologia.

Uma informação importante, que não pode deixar de ser citada, é o primeiro estudo elaborado pelos criadores da Zetta, que marca o nascimento da associação e traz, como tema: "O papel da tecnologia na recuperação econômica".

O estudo em questão consiste na utilização de dados de buscas realizadas durante a pandemia por termos, como "cartão de crédito" e "abertura de conta digital". Este levantamento trouxe uma informação que reforça a importância das empresas de tecnologia diante do cenário crítico em que a sociedade foi inserida atualmente: o aumento do número de clientes, de todas as faixas de renda, com cartão de crédito ativo em 2020 e, consequentemente o crescimento nas compras parceladas.

Para saber mais a respeito da Zetta, visite o site da associação!

Fonte: Blog do Nubank

 

 

Postado em: 20/04/2021 08:50:28

Um mundo cada vez mais dinâmico exige criatividade, raciocínio rápido e, muitas vezes, ações não convencionais - é justamente isso que proporciona a Cultura Maker. Entenda mais sobre ela, e como está impulsionando o empreendedorismo nas organizações.

 

O que é Cultura Maker?


O movimento Cultura Maker é uma evolução do "Do it yourself" ou, em bom português, do "Faça você mesmo". O conceito principal é que qualquer pessoa, possuindo as ferramentas certas e o conhecimento necessário, pode criar as suas próprias soluções para problemas do cotidiano.


É bem verdade que essa tendência tem se popularizado e assumido um status mais profissional nos dias de hoje, impulsionado pelo surgimento de novas tecnologias, como as impressoras 3D, máquinas de corte à laser, kits de robótica e o próprio crescimento ao acesso à Internet de banda larga.

 

Como a Cultura Maker pode beneficiar o ambiente corporativo?


A Cultura Maker tornou mais flexível os meios de produção. Atualmente, qualquer pessoa consegue fabricar produtos e até soluções tecnológicas sem depender de grandes indústrias e players do mercado. O movimento de colocar a mão na massa pode colaborar, entre outras coisas, para a busca de soluções inovadoras perante os desafios da rotina produtiva. Isso torna o ambiente de trabalho mais dinâmico, ágil e flexível.


O movimento Maker contribui para a cultura da inovação, pois incentiva o desenvolvimento de soluções criativas e projetos inovadores dentro das empresas, de modo a reduzir custos e aumentar a produtividade. Além disso, esse conceito tem como base a colaboração, o compartilhamento de ideias e de tecnologias. Além disso, os makers costumam adotar uma postura mais resolutiva e ágil diante de situações de problema.

 

Como aplicar o conceito ao meio corporativo?


Implementar a Cultura Maker em uma empresa exige uma mudança de mindset (da forma de pensar). Isso porque ela é uma espécie de filosofia de vida que norteia comportamentos e atitudes de todos que atuam na corporação.


Uma maneira de aplicar o conceito dentro das empresas é incentivar a participação da equipe de trabalho, na criação e no lançamento de novos projetos ou protótipos de produtos. A partir de uma ideia, os makers prototipam uma solução - ou seja, constroem uma versão teste - descobrindo caminhos para esse novo projeto na prática. Dentro das empresas, essa mentalidade pode poupar tempo e dinheiro até se chegar ao resultado, pois assim os profissionais se anteciparão, com a apresentação de respostas reais ao problema.

Criar ou incentivar os colaboradores a frequentarem um makerspace, também é uma boa alternativa. Um makerspace é um ambiente colaborativo aberto para a comunidade que dispõe de ferramentas fundamentais para as criações, como impressoras 3D, cortadoras a laser, arduínos, ferros de solda, entre outras. Você pode criar um espaço dentro da sua empresa para uso exclusivo dos colaboradores, ou incentivar os funcionários a visitarem ambientes compartilhados.

A Cultura Maker é benéfica para as empresas pois é uma forma de incentivar os colaboradores a serem mais criativos e se manterem dispostos a colocar a "mão na massa". Dessa forma, eles irão agir de modo mais proativo para resolver problemas e até desenvolver soluções inovadoras otimizando o trabalho.

Referências:
https://hsmuniversity.com.br/blog/cultura-maker/
https://fia.com.br/blog/cultura-maker/
https://tamboro.com.br/cultura-maker-nas-empresas/

 

 

Postado em: 13/04/2021 08:57:36

A obrigação, denominada RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), é um relatório de informações trabalhistas, solicitado pelo Ministério do Trabalho e Emprego brasileiro, que deve ser enviado anualmente pelas empresas.


Por conta das limitações advindas da atual pandemia, seu prazo de entrega, referente ao ano-base 2020 e eventuais correções de anos anteriores, foi prorrogado para 30 de abril de 2021.


Este envio de informações é realizado por meio dos programas GDRAIS e GDRAIS GENÉRICO, que neste ano serão bloqueados para empresas pertencentes aos Grupos 01 e 02 do eSocial.


Quanto às empresas que foram abertas em 2020 e optaram, retroativamente à data de abertura, pelo Simples, mas que somente após 15 de janeiro de 2021 ocorreu seu deferimento, terão acesso aos programas GDRAIS a partir de 16 de abril de 2021 para cumprirem as obrigações legais, sendo que este prazo também se encerrará no dia 30 de abril de 2021.

 

O eSocial substituiu a RAIS


De acordo com a Portaria SEPRT Nº 1.127/2019, a obrigação de declaração via RAIS foi substituída para as empresas que fazem parte do grupo cujo envio de eventos periódicos, "folha de pagamento", ao eSocial é obrigatório.


Essas empresas farão o envio de informações para o eSocial, no que se refere ao cumprimento da obrigação em relação à RAIS ano-base 2020, assim como alterações necessárias referentes ao ano-base 2019.

 

Fonte: Portal Contábeis


 

 

Postado em: 13/04/2021 08:51:55

O contribuinte não precisa mais se dirigir a uma unidade de atendimento presencial para apresentar a defesa, caso sua opção pelo Simples Nacional seja indeferida pela Receita. Este processo poderá ser feito digitalmente, por meio do Portal e-CAC.


Para utilizar este serviço on-line, disponibilizado pela Receita Federal, e protocolar a oposição ao termo do indeferimento à opção pelo Simples, o solicitante deve acessar o site gov.br, com um código de acesso ou uma conta, e clicar no menu "Legislação e Processos".


Vale ressaltar que, se o indeferimento tiver sido ocasionado pelo Estado, Distrito Federal ou Município, quem receberá o protocolo é a administração tributária responsável pelo apontamento do que foi tido como irregular. Ou seja, só terá acesso ao serviço digital, citado no início deste artigo, o contribuinte cujo indeferimento foi realizado pela Receita Federal.


Quanto às solicitações de opção pelo Simples Nacional, foram recebidas 276.244 no mês de janeiro de 2021 (132.929 deferidas, 124.596 indeferidas e 18.719 canceladas). Ou seja, foram deferidas em torno de 48% das solicitações de opção pelo Simples Nacional.

Envio da impugnação digital em 6 passos:

1. Acesse o Portal e-CAC, no qual está o sistema de Processos Digitais (utilize o certificado digital ou crie um código de acesso com o CNPJ);
2. Clique sobre o Menu Legislação e Processos, opção Processos Digitais (e-Processo);
3. Clique sobre a opção Dossiê Digital de Atendimento;
4. Escolha a área de concentração e o serviço;
5. Selecione a área de concentração "Simples Nacional" e o serviço "Impugnar Indeferimento ao Termo de Opção ao Simples Nacional";
6. Realize a juntada de documentos e aguarde as verificações.


Até que não haja uma decisão final, será informado um novo número de processo, que deverá ser utilizado no preenchimento de declarações. A informação deste número ocorrerá por despacho, no dossiê digital.


O dossiê será arquivado logo após ocorrer a informação do novo número de processo. Porém, a tramitação da impugnação seguirá seu curso. Sendo assim, será possível consultar as informações do dossiê na aba 'Inativos', da sessão 'Meus Processos".


Fonte: Portal Contábeis


 

 

Postado em: 13/04/2021 08:46:01